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CARNE SUINA: VENDA PARA A ARGENTINA É SUSPENSA
27 de janeiro de 2012
SAFRAS (27) - Empresas brasileiras exportadoras de carne suína decidiram
suspender temporariamente os embarques para a Argentina. Elas temem atraso na
liberação dos produtos por conta da decisão do país vizinho de adotar
licenças não automáticas para qualquer produto importado a partir de 1o de
fevereiro.
De acordo com Pedro de Camargo Neto, presidente da Associação Brasileira
da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (Abipecs), o objetivo da
suspensão é evitar que cargas de carne suína fiquem paralisadas na fronteira,
caso haja atraso na liberação do produto pelo fisco argentino após o fim das
licenças automáticas. "Ninguém sabe o que vai acontecer", afirmou.
Os próprios importadores argentinos orientaram os brasileiros a suspender
os embarques. Com a adoção de licenças não automáticas de importação, a
Argentina tem até 15 dias para autorizar a entrada do produto no país, segundo
Camargo Neto.
A Argentina comprou 42.032 toneladas de carne suína do Brasil no ano
passado, ou 8,14% do total de 516.419 toneladas embarcadas pelos exportadores
nacionais. Em receita, as vendas à Argentina atingiram US$ 129,383 milhões, ou
9,02% da soma de US$ 1,434 bilhão. O país foi o quarto maior cliente do
Brasil em 2011. O primeiro foi Hong Kong, seguido por Rússia e Ucrânia. Com
informações do Valor Econômico. (AB)
suspender temporariamente os embarques para a Argentina. Elas temem atraso na
liberação dos produtos por conta da decisão do país vizinho de adotar
licenças não automáticas para qualquer produto importado a partir de 1o de
fevereiro.
De acordo com Pedro de Camargo Neto, presidente da Associação Brasileira
da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (Abipecs), o objetivo da
suspensão é evitar que cargas de carne suína fiquem paralisadas na fronteira,
caso haja atraso na liberação do produto pelo fisco argentino após o fim das
licenças automáticas. "Ninguém sabe o que vai acontecer", afirmou.
Os próprios importadores argentinos orientaram os brasileiros a suspender
os embarques. Com a adoção de licenças não automáticas de importação, a
Argentina tem até 15 dias para autorizar a entrada do produto no país, segundo
Camargo Neto.
A Argentina comprou 42.032 toneladas de carne suína do Brasil no ano
passado, ou 8,14% do total de 516.419 toneladas embarcadas pelos exportadores
nacionais. Em receita, as vendas à Argentina atingiram US$ 129,383 milhões, ou
9,02% da soma de US$ 1,434 bilhão. O país foi o quarto maior cliente do
Brasil em 2011. O primeiro foi Hong Kong, seguido por Rússia e Ucrânia. Com
informações do Valor Econômico. (AB)
Fonte: CMA/Safras